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Porque morar em uma casa verde?

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A luz do sol dando o ar da graça pelos ambientes, jardins compondo paredes inteiras, janelas panorâmicas revelando a paisagem, o aroma de uma horta bem cuidada em plena cozinha… Pensando lá na frente, os arquitetos querem fazer da natureza algo cada vez mais presente nas casas brasileiras. Com projetos arrojados, eles não prezam só pela estética, vão bem além e utilizam de forma inteligente todo o potencial dos recursos naturais gerando muita economia. Para você ter uma ideia, a casa mais sustentável do mundo tem um custo de apenas R$ 7 de manutenção. A edificação fica em West Kirby, na Inglaterra.

A eficiência energética, importante diferencial das casas verdes, vem dos módulos fotovoltaicos somados a outras técnicas como os telhados verdes, jardins verticais e paredes translúcidas que aproveitam ao máximo a luz natural. Os projetos também contam com mecanismos inteligentes que armazenam e reutilizam a água pluvial para a limpeza da casa e manutenção das plantas; e é cada dia mais comum os arquitetos reservarem espaços para hortas-jardins que garantem legumes e ervas orgânicas para alimentar os moradores. (Veja mais exemplos abaixo).

De acordo com pesquisas recentes, uma casa totalmente sustentável reduz em 85% o volume de resíduos gerados ao ambiente e em 80% a emissão de carbono, se comparada a uma casa convencional. “Além dos benefícios ambientais, as casas verdes evitam o desperdício e reduzem o consumo de energia. As estratégias de circulação de ar aumentam também o conforto e sua qualidade, já que não há a necessidade de ar condicionado”, destaca Paulo Henrique Breyner, diretor da Solsist.

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De acordo com o Green Builden Council dos Estados Unidos (entidade que avalia a qualidade das casas sustentáveis), para conquistar o título de edificação verde é necessário reunir as técnicas já citadas acima: módulos fotovoltaicos, aquecimento solar, recolhimento, tratamento e uso de água pluvial, espaços para paredes e tetos verdes e ainda utilizar sistema construtivo em argamassa armada com miolo de isopor. Ao atender a esses pré-requisitos, a edificação recebe o certificado LEED for Homes (Leadership in Energy and Environmental Design). A Casa Campinas, projeto residencial localizado no interior de São Paulo, foi a primeira edificação brasileira a conquistar o selo internacional, em janeiro deste ano.

Como você pode notar, bons exemplos não faltam. Conheça abaixo boas ideias para uma casa sustentável que selecionamos para você:

Torneiras, descarga e chuveiros inteligentes: disponíveis no mercado, eles ajudam a reduzir o consumo de água;

Módulos Fotovoltaicos: geram energia para casa e o excedente de energia pode servir para compensar outras localidades, por exemplo, o escritório ou empresa do proprietário.

Painéis solares: podem ser usados para aquecer água para banho e piscina.

Reaproveitamento de água pluvial: o sistema pode ser feito por calhas e tubulação que armazenam a água da chuva em caixa com tampa ou cisterna. Podem ser usadas para a descarga ou irrigação do jardim.

Telhado verde e jardins verticais: proporcionam uma sensação muito agradável ao ambiente, deixando-o mais fresco e gera economia ao dispensar o ar-condicionado.

Materiais sustentáveis: vigas e estruturas feitas com produtos a base de aço, plástico reciclado e alumínio estão disponíveis no mercado e podem garantir mais sustentabilidade para o seu projeto.

Fachadas translúcidas e LED: usar materiais transparentes nas paredes, vãos e brises ajudam a aproveitar ao máximo a luz natural; já os projetos de iluminação baseados em lâmpadas de LED economizam energia e sua durabilidade é muito maior que as lâmpadas convencionais.

Woodframe: esta dica é para quem está em fase de construção. O woodframe é uma parede feita com madeira de reflorestamento, gesso, compensado de lã e garrafas pet. Ela permite qualquer tipo de revestimento externo graças a uma película protetora contra umidade.

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