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Especialistas preveem que em 2017 conta de luz deverá subir entre 10% e 12,5%

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O ano de 2017 pode começar com grandes desafios para o setor elétrico e para o orçamento dos brasileiros. Especialistas da área estão prevendo um aumento na conta de luz entre 10% e 12,5%, os motivos passam pelo pagamento de indenizações de R$ 65 bilhões às transmissoras de eletricidade.

Postergado desde 2013, por mudanças regulatórias na formação do preço da energia e pelas condições desfavoráveis na geração, o pagamento já provoca cobrança extra neste mês. Para impulsionar a retomada do crescimento, o governo precisará viabilizar novos empreendimentos, sobretudo porque o projeto da Usina Hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no Pará, foi cancelado.

Nessa última segunda-feira, o ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Coelho Filho, viajou para a Bolívia, onde vai assinar uma parceria para iniciar estudos de uma hidrelétrica binacional no Rio Madeira, com potencial de gerar mais de 3 mil megawatts (MW).

Mesmo o governo incentivando cada vez mais a geração por meio das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), usinas eólicas e painéis fotovoltaicos de energia solar, não pode prescindir das termelétricas, que geram a eletricidade mais cara do mercado. E uma mudança regulatória em gestação, que está em audiência pública, mas deve entrar em vigor em maio do ano que vem, pode impactar na formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), um parâmetro do setor para precificar a energia gerada e consumida.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve definir o assunto em poucos dias. Ao impacto de 5% deve ser somada a inflação estimada para o período, de 7,5%, portanto, os reajustes das distribuidoras, no ano que vem, podem ficar entre 10% e 12,5%, o que deve acrescentar 0,44 ponto percentual na inflação medida pelo IPCA. Como ainda estão em debate, os cálculos dos especialistas são estimados.

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