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Energia solar em apartamento: invista nessa ideia!

Quem acompanha o nosso blog já conhece as inúmeras vantagens de gerar a própria energia, seja em casa ou na empresa. Mas algumas dúvidas ainda permanecem e nossos leitores perguntam com certa frequência: “E se eu morar em um prédio? Também posso usufruir dos benefícios da energia renovável?” Para esclarecer essa e outras dúvidas, vamos te mostrar como funciona a instalação de um sistema de energia solar em condomínios. E apresentaremos também a opinião de uma cliente da Solsist Energia que investiu recentemente em painéis fotovoltaicos em seu apartamento. Confira!

Quer que seu condomínio seja mais sustentável utilizando energia solar? O primeiro passo é encontrar um espaço livre para a instalação dos módulos fotovoltaicos. Pode ser no telhado, na varanda, no pátio ou cobertura da construção.

Coberturas – este é o local mais indicado para a instalação de um sistema de energia solar em prédios. Isso porque, geralmente, é um espaço que não é utilizado para outras finalidades. Além de receber um alto índice de irradiação solar. Neste tipo de instalação, a geração de energia pode ser direcionada para o apartamento da cobertura ou mesmo para todo o prédio, dependendo da potência instalada.

Varanda e pátio – caso o apartamento seja no térreo, é possível que a instalação dos painéis seja feita na varanda e pátio (solo), mas é preciso ficar atento ao espaço disponível e avaliar o nível de sombreamento. A geração de energia pelas placas solares pode ser bem menor caso haja árvores no local ou mesmo sombras causadas por outros edifícios.

Uma outra opção de instalação das placas são nas fachadas laterais, uma alternativa arquitetônica, chamada de Building – integrated photovoltaics (BIPV). São muito comuns na Europa. Mas no Brasil ainda é pouco indicada por ser mais cara e gerar menos energia que as instalações em telhados, lajes e outras coberturas.

Caso prático

Para provar que energia solar combina com apartamento, vamos compartilhar a experiência da nossa cliente, a aposentada Elza Maria Quintão Gomes, que mora em uma cobertura no bairro Coração de Jesus, em Belo Horizonte. O projeto, realizado pelos nossos engenheiros, foi de 1,32 kWp e conta com dois micro inversores e 4 placas de captação de energia.

Elza Maria sempre foi uma mulher atenta à economia e sustentabilidade. Antes de optar pelos painéis fotovoltaicos, ela já possuía em sua residência, desde 1998, um sistema de aquecimento solar. “Tem meses que meu consumo de energia elétrica é bem maior e como já sou uma pessoa a favor da sustentabilidade resolvi aumentar a minha eficiência energética apostando também nas placas fotovoltaicas”, explica.

Como o projeto da aposentada foi realizado neste mês, ainda não é possível contabilizar os resultados gerados. Mas ela faz questão de dizer que sabe que o investimento valerá a pena. “Sei que levará algum tempo para eu ter o retorno de tudo que investi, mas nunca apostei nessa ideia pensando que não seria uma coisa boa. Gostei muito do trabalho desempenhado pela Solsist e continuarei falando e indicando a energia solar para os meus conhecidos”.

Resolução Aneel

Com a Resolução Normativa 687/2015 da  Aneel ficou mais fácil para quem mora em prédios gerar sua própria energia. Algumas medidas permitem que, mesmo sem área de telhado, o consumidor possa se beneficiar da energia solar.Acompanhe:

Autoconsumo remoto – é possível usar locais distantes do ponto de consumo para instalar um sistema de energia solar. Prédios ou apartamentos sem telhado podem usar terrenos remotos de sua propriedade para receberem a instalação. Por exemplo, se você tiver uma casa de praia ou fazenda com placas fotovoltaicas… É possível ter a compensação de créditos em seu apartamento na cidade.  Mas os pontos de instalação e consumo devem estar na mesma área de concessão e sob o mesmo CPF ou CNPJ.

Geração compartilhada –  nesta modalidade  é permitido transferir percentuais de créditos de energia para compensar unidades consumidoras com CPF ou CNPJ diferentes. Para isso basta comprovar o vínculo entre os integrantes. Assim, passa a ser permitida a transferência de créditos de energia para terceiros, como parentes ou mesmo vizinhos, cooperativas, empresas e outros.

Geração em condomínio – os condomínios e prédios com pouca área de telhado podem repartir a energia gerada entre os moradores. As cotas de crédito para compensação de energia serão abatidas de forma independente na fatura de cada participante. Isso desde que a geração esteja na mesma área de propriedade do condomínio ou empreendimento.

Quer investir em um sistema de energia solar em seu apartamento, mas não sabe por onde começar? Entre em contato com a gente! Iremos apresentar o sistema ideal para sua casa, com o melhor orçamento.

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