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Conheça algumas apostas brasileiras em energia solar

Você já imaginou o que poderia acontecer com o Brasil se painéis solares fossem instalados nos telhados de todas as casas e prédios do país? Sem dúvida, nós revolucionaríamos a forma como a energia é produzida e transmitida. O Greenpeace, por exemplo, tem desafiado o governo brasileiro a investir em energia solar e a facilitar o acesso de mais pessoas a um sistema fotovoltaico. O objetivo da ONG é que até 2020 tenhamos 1 milhão de tetos solares. Parece muito, não é mesmo? Mas isso representa apenas 1,5% de todos os domicílios brasileiros. Ainda assim, o impacto seria grande: poderíamos desligar as caras e poluentes térmicas de Piratininga (SP) e Candiota (RS). Segundo o Greenpeace, indo um pouco mais além, e solarizando 10% dos domicílios, nos veríamos livres também das nucleares Angra I e II.

Certos de que a energia solar representa o presente e o futuro da eficiência energética de nosso país, aproveitamos o espaço de hoje para apresentar a você algumas campanhas e projetos que também apostam na solução e vêm chamando atenção pelo Brasil afora. Acompanhe!

Solariza

Uma plataforma interativa que permite visualizar todos os telhados brasileiros, simular a instalação de placas fotovoltaicas em cada um deles e calcular o potencial do país para a geração de energia solar. Criada pelo Greenpeace o objetivo da ferramenta é engajar a sociedade em sua campanha de energia solar, que busca a transição energética para um Brasil mais limpo e renovável.

Em formato de jogo, a meta é fazer com que os participantes solarizem o equivalente a seis milhões de telhados residenciais. O jogador que acumular mais experiência solarizando telhados na plataforma recebe dois prêmios: a solarização de sua residência real e a oportunidade de participar da instalação solar na instituição vencedora do “crowdroofing”, que funciona da seguinte maneira: quando o equivalente a 4,2 milhões de casas forem solarizadas no jogo, será aberta uma chamada pública para o cadastro de entidades beneficentes interessadas em ter os seus telhados solarizados na prática. Três entidades serão pré-selecionadas pelo Greenpeace, com base em critérios técnicos. A partir daí, a instituição vencedora será eleita pelo público.

A ferramenta também permite calcular qual é o potencial solar dos telhados individuais, estimando a economia que o consumidor poderia ter ao produzir sua própria eletricidade. Segundo uma pesquisa feita pelo próprio Greenpeace, apenas três em cada dez brasileiros sabe que é possível gerar energia em casa, para o seu próprio consumo, e com fonte renováveis.

E você, que tal fazer parte desse jogo e ajudar o Brasil a se tornar uma potência solar? Para participar basta apertar o play no vídeo abaixo ou clicar aqui!

Boa energia solar

Criado no Espírito Santo, o “Boa Energia Solar” vem mudando a realidade de bairros do estado ao estimular o investimento em energia limpa e eficiência energética. Mais de 4.240 residências contam com painéis solares para o aquecimento da água, reservatório térmico para armazenamento, misturadores de água quente e fria para regular a temperatura até que a água fique agradável ao banho e lâmpadas fluorescentes compactas com Selo PROCEL “A” de eficiência energética. Todos os materiais foram fornecidos de forma gratuita aos moradores.

A economia registrada pelas casas que fazem parte do projeto é de, em média, 70 kwh/mês por residência, segundo a Espírito Santo Centrais Elétricas (EDP/Escelsa). Além dos investimentos em estrutura, os participantes do projeto também recebem orientações de técnicos capacitados sobre a perfeita utilização dos equipamentos.

Movidos por energia solar

Lançado no final de 2016, o webdocumentário #MovidosPorenergiaSolar é um projeto idealizado e protagonizado pelo empresário Luis Colaferro. Ele percorreu cerca de 3.500 Km a bordo de um carro elétrico, o qual era abastecido sempre em locais com sistemas de geração fotovoltaica, para disseminar a uma maior parte da população os conhecimentos, vantagens e benefícios da tecnologia fotovoltaica.

Durante o trajeto, a produção também visitou dois locais onde a energia solar vem servindo, além de geradora de economia, também como forma de educação.

O primeiro desses locais visitados foi a COClândia, da unidade do COC de Ribeirão Preto-SP, onde as crianças aprendem brincando sobre a energia fotovoltaica, ao mesmo tempo em que a utilizam para abastecer a “Mini Cidade”. Conheça mais sobre o projeto no vídeo abaixo:

O segundo local visitado por Luis Colaferro e sua produção foi a FACENS (Faculdade de Engenharia de Sorocaba). Lá um grande projeto foi instalado nas dependências da faculdade, permitindo que seus alunos estudem as variadas tecnologias implantadas no projeto, ao mesmo tempo em que gera 15% da energia consumida no campus. Confira mais sobre esse belo projeto no vídeo abaixo:

E você, conhece algum outro projeto ou campanha no setor com essas mesmas finalidades? Compartilhe com a gente! Assim podemos ampliar a discussão e dar continuidade ao assunto. Boas iniciativas precisam e merecem ser replicadas, não é mesmo?

*Com informações do portal Greenpeace

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