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Quer saber como podemos ajudar sua pequena empresa a economizar? Leia este post!

.A crise energética que assombra o país vem se arrastando por alguns anos e, consequentemente, as contas de energia elétrica não param de subir. Se em nossas casas as altas taxas já afetam o orçamento, imaginem o que a crise representa para empresas que têm centenas de equipamentos que precisam ficar ligados 24 horas por dia? Para esses estabelecimentos, sem dúvida, a luz elétrica é uma das maiores despesas.

Como forma de contornar o problema e diminuir os gastos com energia elétrica, várias organizações estão usando energia solar em suas instalações. Além do impacto econômico, elas também buscam, com o investimento em um sistema de energia renovável, provocar melhorias sociais e ambientais no espaço de trabalho e na imagem e valor de sua marca. A boa notícia é que não precisa ser uma grande empresa para adotar estratégias sustentáveis. A cada dia mais e mais organizações de pequeno e médio porte têm investido em energia solar, sobretudo por meio dos incentivos governamentais de crédito.

Economia, energia limpa e saúde

img-20170424-wa0006Um exemplo bem pertinho de nós, mineiros, é a Clínica Espaço Saúde, da médica Adriana Braga de Andrade Fonseca, localizada na cidade de Itabirito. Pensando, primeiramente, em economizar, ela consultou os nossos diretores para uma análise e decidiu investir nos painéis fotovoltaicos. Em seu projeto, realizado no último mês de agosto, foram instalados 16 módulos de 265W e um inversor PVI de 3,6Kw. “Todo o processo se deu exatamente da forma que foi prevista no cronograma e contrato que estabelecemos com a Solsist. Tivemos apenas um pequeno atraso, mas por ordem da Cemig, que viu a necessidade de trocarmos o padrão existente”.

Em quase um ano com a empresa gerando a própria energia, Adriana afirma que a redução foi bastante significativa, algo em torno de 80%. “Na prática, hoje estamos pagando apenas o custo de disponibilização de energia cobrado pela concessionária, a chamada ‘taxa mínima’”.

Além das vantagens econômicas, a médica acredita que o investimento em energia solar também gera grandes benefícios para a imagem da empresa. Ao contribuir para um planeta mais sustentável, a clínica passa a ser vista de uma forma diferente pelos consumidores e pelo mercado. “De uma maneira geral, todo o investimento que tenha foco e resultado ambiental é bom para a reputação do empreendimento. Mas, na verdade, as pessoas ainda conhecem pouco o sistema de energia fotovoltaica e muitas vezes ficam surpresas quando tomam conhecimento da tecnologia. Portanto, é preciso investir na área para o sistema tornar-se mais acessível a um número maior de pessoas e empresas”, sublinha.

Da clínica para casa

Um dos grandes diferenciais do sistema de energia solar da médica Adriana Braga de Andrade é que os benefícios gerados em sua empresa são compartilhados também em sua residência.

Isso é possível graças ao Sistema de Compensação de Energia Elétrica, criado pela ANEEL e aperfeiçoado na Resolução Normativa nº 482/2012. A resolução permite que a energia excedente gerada pela unidade consumidora com micro ou minigeração seja injetada na rede da distribuidora. Essa funcionará como uma bateria, armazenando o excedente. Quando a energia injetada na rede for maior que a consumida, o consumidor receberá um crédito em energia (kWh) a ser utilizado para abater o consumo em outro posto tarifário (casa, sítio etc) ou na fatura dos meses subsequentes. Os créditos de energia gerados continuam válidos por 60 meses.

“Costumo dizer que o investimento em um sistema de energia solar é de médio a longo prazo, mas que hoje plenamente se justifica por conta dessa regulamentação do excedente. Eu recomendo para qualquer empresa que tenha vontade em apostar nessa ideia. Aqui em Itabirito, por exemplo, várias pessoas já manifestaram o interesse em conhecer o sistema e avaliar a sua implantação. Aos que nos procuram encaminhamos para a Solsist. Além da questão econômica, o bom é que você tem consciência que está utilizando algo que você mesmo produz e de forma limpa e sustentável”.

Entenda mais sobre o sistema de compensação

Com o objetivo de reduzir os custos e o tempo para a conexão da micro e minigeração, compatibilizar o Sistema de Compensação de Energia Elétrica, aumentar o número de consumidores e melhorar as informações na fatura, a ANEEL publicou a Resolução Normativa 687/2015. 

Essa atualização trouxe novas possibilidades para o consumidor utilizar os créditos de energia em outras unidades previamente cadastradas dentro da mesma área de concessão e caracterizada como:

Autoconsumo remoto: caracterizado por unidades consumidoras de titularidade de uma mesma pessoa jurídica, incluídas matriz e filial, ou pessoa física. Que possuam unidade consumidora com microgeração ou minigeração distribuída em local diferente das unidades consumidoras. Dentro da mesma área de concessão ou permissão, nas quais a energia excedente será compensada;

Geração compartilhada: caracterizada pela reunião de consumidores, dentro da mesma área de concessão ou permissão, por meio de consórcio ou cooperativa. É composta por pessoa física ou jurídica. Que possua unidade consumidora com microgeração ou minigeração distribuída em local diferente das unidades consumidoras nas quais a energia excedente será compensada;

Empreendimento com múltiplas unidades consumidoras (condomínios): caracterizado pela utilização da energia elétrica de forma independente. Cada fração com uso individualizado constitue uma unidade consumidora. As instalações para atendimento das áreas de uso comum constituem uma unidade consumidora distinta, de responsabilidade do condomínio.

Quer saber como a energia solar pode ajudar a sua empresa a economizar? Entre em contato com a gente pelo email: contato@solsistenergia.com.br ou deixe um comentário em nossas redes sociais. Será um prazer esclarecer a sua dúvida!

*Com informações da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)

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